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sistema de coprocessamento realizado na cimento apodi, uma de suas ações sustentáveis

Coprocessamento

O coprocessamento é mais um dos compromissos firmados pela Cimento Apodi. O processo consiste na tecnologia de destinação final de resíduos em fornos de cimento, o que evita a geração de novos resíduos e, ainda, contribui para a preservação de recursos naturais.

O coprocessamento permite que materiais descartados e resíduos de diversas atividades industriais sejam eliminados por completo, trazendo benefícios ao meio ambiente. Esta é mais uma das atividades que mostram o compromisso de nossa companhia quanto à sustentabilidade.

A Cimento Apodi utiliza a tecnologia de coprocessamento na Fábrica de Quixeré, no Ceará. A inovação permite que os resíduos sejam queimados e destruídos e, com isso, há a produção de clínquer de qualidade.

Os fornos de clínquer têm capacidade de destruição de grandes volumes de resíduos e o processo não altera a qualidade do cimento, o que mostra uma das principais vantagens do coprocessamento.

É por meio do coprocessamento que conseguimos aproveitar energia e minerais de forma sustentável e eficiente. Um dos efeitos mais relevantes do processo é a redução da emissão de gases de efeito estufa na atmosfera.

O coprocessamento permite que resíduos com poder calorífico sejam coprocessados. Isso significa, portanto, que são utilizados como substitutos para algumas matérias-primas, como os pneus.

Os principais benefícios do coprocessamento são:

  • Destruição de resíduos ambientais que iriam para o meio ambiente e iriam poluir a natureza, prejudicando a fauna e a flora;
  • Substituição de combustível fóssil;
  • Redução dos impactos ambientais locais e regionais;
  • Adequação do forno de cimento como ferramenta de gestão ambiental.

O coprocessamento é um processo útil, também, na gestão de outros setores da indústria, como alumínio, energia elétrica, petroquímica, automobilística, entre outros. Isso significa que, ao investir no processo, contribuímos com a solução de diversos passivos ambientais.

Confira a reportagem No Jornal Nacional